Dentro de nós mesmos nos escondemos,
o tempo passa e criamos uma casca
pra nos proteger do que não nos ataca.
O que perdemos?
Minto pra mim mesmo e ainda acredito,
memória vagabunda, historia de outrora,
vivia o passado e nunca o agora.
Profanamos a vida, congelamos os olhos,
cortamos a pele e fica a marca
pra nos perder na ponta da faca.
O que seremos?
Sou tão Nietzsche, já fui São Tomé,
estive na caverna, mudo a toda hora,
Mas a verdade está lá fora!
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