sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Olhar em Distância


Distância... Olhar em distância
Tão displicente que não percebo
O que tenho em meu bolso
E angústia pairando em meu rosto

Displicência... Sempre displicência
Consumo-me em pensamento
Nietzsche porque chegas assim?
Mais um disparate sem fim?

Sensação... Outra sensação
Sabe aquela de querer tanto?
Que quando conseguimos não queremos mais
Só por demorar demais?

Queria deixar o passado
Essa angústia de lado
Entender o presente
E o motivo de ser ausente
E prever o futuro
Usar o tempo a meu favor

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