Nada...
A folha continua totalmente em branco
então começo a bater a caneta no papel
Nada ainda...
Escrevo uma palavra ou outra
mas logo risco, não faz sentido
Nada e nada...
só consigo lembrar "que o café havia acabado"
e que estou plagiando a verdadeira poeta
Um pouco mais de nada...
Todas as idéias e recordações na cabeça
mas nenhuma faz conexão com a caneta
O nada me toma por completo...
Levanto da cadeira, ando em círculos
volto a sentar sem nenhuma inspiração
o nada se transformou...
quando menos percebo começo a desenhar
vejo o seu belo rosto pintado de azul
A verdadeira poeta não escreveu mais nada desde que o café acabou, mas fiquei feliz pela lembrança.
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