Ela falava de respeito
Mas nunca pôde entender
O que se passava aqui dentro
E agora?
Serei qualquer coisa
Mas nunca vou ser ela
Eu precisava parar
Senti os braços pesados demais pra continuar
Senti o controle escorregando entre os dedos
Eu precisei parar
Eu só queira sair
E ver o mundo
Então larguei a caneta
Fui embora sem terminar a poesia
Não resisti à aquilo que eu realmente sou
Nenhum comentário:
Postar um comentário